domingo, 16 de janeiro de 2011

A dor da perca.

Nos últimos dias o Estado do Rio de Janeiro vem sofrendo quase que diariamente com as fortes chuvas, destruidoras de vidas e lares. Mas isso tudo todo mundo sabe, o que quero falar mesmo é sofre o sentimento que vejo na fase de casa pessoa que passa na TV. 
Perder, sofrer como reagir a isso tudo. Muitos buscaram reagir a esta calamidade ajudando ao próximo. Mesmo tento perdido familiares, casa, esperança de continuar naquele lugar, eles quiseram continuar ali e ir a luta em busca de tentar salvar quem estava sofre os escombros do que um dia foi uma cidade: um lar. E foi vendo essas atitudes que passei a reparar mais nos olhos de cada um. Ai fui percebendo que mesmo na dor, eles puderam reagir de forma positiva e ir a luta para salvar quem estava precisando. Ver uma senhora a beira da morte, e mesmo assim ela pensar no seu animal de estimação, me fez perceber que a vida é muito mais que uma roupa de marca, um carro do ano, uma bela casa para morar.  
  Outros fatos me deixaram impressionado são pessoas quem estão a mais de 72 horas sem descanso na luta incansável para achar pessoa com vidas. Estes não são bombeiros ou militares não, são voluntários. E é pra eles que hoje eu tiro o "Chapéu". Não estão ali para ganhar ou receber algo em troca e quando pedem algo em troca é um sorriso, um abraço. Confesso que nessa hora não sei bem como ajudar, pois muitas vezes ajudamos com roupas alimentos e depois vemos reportagem dizendo que estes foram desviados. Mas de alguma forma podemos ajudar, nem que seja através de oração, pedindo pelas almas e pelos que estão sem um teto agora.
Oro também para que as pessoas passem a rever seus conceitos e que passem a dar mais valor a vida, a o outro. Pois de uma hora pra outra todos podemos nem estar mais aqui.
Oro pra que esse não seja o começo de uma serei de catástrofes pelo mundo, afinal já vemos tantas, mas não com a intensidade dessa.
Bem, para quem quiser ajudar da fora que achar melhor o site do  g1.com.br tem mais informações, não deixem de contribuir. 


Atenciosamente,


Rodolfo Melo
                                                    

Um comentário:

  1. E digo com toda certeza que isso mexeu com todos. Só posso imaginar a dor, a aflição e a incerteza que tem cercado essas famílias.
    Tudo que podemos fazer, de fato é orar.
    Beijo, Rô!

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